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MAT trabalha no Reino Unido na elaboração dos instrumentos de ordenamento do território.

Governo 28-01-2026
CONSELHO DE MINISTROS Executivo reforça cooperação internacional com acordos e memorandos de entendimento

O Executivo apreciou um instrumento jurídico para a criação de formas alternativas de financiamento para empresas e agentes económicos através de plataformas electrónicas.

O referido instrumento integra a Lei que aprova o Regime Jurídico do Financiamento Colaborativo, apreciada esta quarta-feira, 28 de Janeiro, durante a 1.ª Sessão Ordinária do Conselho de Ministros, realizada no Palácio Presidencial, sob orientação do Presidente da República, João Lourenço.

Aprovada para remessa à Assembleia Nacional, a lei visa promover o crescimento económico sustentado, equilibrado e inclusivo, a promoção do empreendedorismo, enquanto mecanismo de geração de rendimentos, emprego e satisfação das necessidades sociais, bem como o asseguramento da protecção dos financiadores, consumidores.

O diploma tem também como objectivo a credibilidade do sistema financeiro mediante a imposição de um conjunto de deveres de organização e de conduta a todos os participantes do mercado.

Na mesma sessão, foi apreciou também para submissão à Assembleia Nacional, a Lei que aprova o Regime Jurídico da Supervisão da Auditoria Externa às Entidades de Interesse Público.

O diploma define a competência, a organização e o funcionamento do sistema de supervisão, bem como as entidades de interesse público sujeitas à auditoria às contas e os requisitos gerais para a realização da mesma.

No domínio da gestão das finanças públicas, o Conselho de Ministros apreciou a Programação Financeira do Tesouro Nacional para o Ano de 2026, que contém a projecção das entradas e saídas de recursos financeiros no período em referência, as operações com incidência directa de tesouraria e uma breve abordagem dos riscos à sua execução.

A Programação Financeira do Tesouro para o ano em curso considera o preço de 61,00 dólares e uma produção de 1,05 milhões de barris de petróleo por dia.

Ainda no domínio da gestão das finanças públicas, foi apreciada a Programação Financeira do Tesouro Nacional para o 1.° trimestre do ano em curso, que apresenta as despesas totais programadas para o período, num montante 6.9 trilhões de kwanzas.

O documento refere que o Serviço da Dívida é a categoria que mais recursos absorverá no referido período, no montante de 2.5 trilhões de kwanza, com um peso de 54 por cento do total.

A despesa com pessoal fica no montante de 1.1 um trilhão, representando 24 por cento.

O remanescente de 22 por cento, equivalente a 1.0 trilhão, será distribuído nas demais categorias.

Fonte: CIPRA
Governo 28-01-2026
CONSELHO DE MINISTROS

Executivo cria regime de financiamento para empresas e agentes económicos

O Executivo apreciou um instrumento jurídico para a criação de formas alternativas de financiamento para empresas e agentes económicos através de plataformas electrónicas.

O referido instrumento integra a Lei que aprova o Regime Jurídico do Financiamento Colaborativo, apreciada esta quarta-feira, 28 de Janeiro, durante a 1.ª Sessão Ordinária do Conselho de Ministros, realizada no Palácio Presidencial, sob orientação do Presidente da República, João Lourenço.

Aprovada para remessa à Assembleia Nacional, a lei visa promover o crescimento económico sustentado, equilibrado e inclusivo, a promoção do empreendedorismo, enquanto mecanismo de geração de rendimentos, emprego e satisfação das necessidades sociais, bem como o asseguramento da protecção dos financiadores, consumidores.

O diploma tem também como objectivo a credibilidade do sistema financeiro mediante a imposição de um conjunto de deveres de organização e de conduta a todos os participantes do mercado.

Na mesma sessão, foi apreciou também para submissão à Assembleia Nacional, a Lei que aprova o Regime Jurídico da Supervisão da Auditoria Externa às Entidades de Interesse Público.

O diploma define a competência, a organização e o funcionamento do sistema de supervisão, bem como as entidades de interesse público sujeitas à auditoria às contas e os requisitos gerais para a realização da mesma.

No domínio da gestão das finanças públicas, o Conselho de Ministros apreciou a Programação Financeira do Tesouro Nacional para o Ano de 2026, que contém a projecção das entradas e saídas de recursos financeiros no período em referência, as operações com incidência directa de tesouraria e uma breve abordagem dos riscos à sua execução.

A Programação Financeira do Tesouro para o ano em curso considera o preço de 61,00 dólares e uma produção de 1,05 milhões de barris de petróleo por dia.

Ainda no domínio da gestão das finanças públicas, foi apreciada a Programação Financeira do Tesouro Nacional para o 1.° trimestre do ano em curso, que apresenta as despesas totais programadas para o período, num montante 6.9 trilhões de kwanzas.

O documento refere que o Serviço da Dívida é a categoria que mais recursos absorverá no referido período, no montante de 2.5 trilhões de kwanza, com um peso de 54 por cento do total.

A despesa com pessoal fica no montante de 1.1 um trilhão, representando 24 por cento.

O remanescente de 22 por cento, equivalente a 1.0 trilhão, será distribuído nas demais categorias.

Fonte: CIPRA
Governo 28-01-2026
EMPRESÁRIOS IVOIRIENSES NO PALÁCIO

Schiba Holding Group prevê investir mais de 50 mil milhões de dólares em Angola

O Schiba Holding Group, conglomerado de empresários ivoirienses, manifestou a intenção de investir mais de 50 mil milhões de dólares em Angola em projectos de construção de mais de mil quilómetros de vias rodoviárias e de cultivo de mais de 40 mil hectares agrícolas, no âmbito da sua implementação gradual no país.

O anúncio foi feito pelo CEO do grupo, Nidjabejan Soro, no final da audiência concedida pelo Presidente da República, João Lourenço, esta terça-feira, 27 de Janeiro, em Luanda.

Na ocasião, Nidjabejan Soro afirmou que o Schiba Holding Group é um conglomerado que integra várias empresas ligadas aos sectores da indústria, agronegócio e infra-estruturas, para produção de açúcar, óleo de palma e implementação de projectos estruturantes.

Segundo o empresário, o Chefe de Estado angolano manifestou o desejo de ver o grupo Schiba implantado em Angola, anseio que foi aceite com satisfação pela comitiva que o acompanhou na audiência.

Durante a audiência, foram abordados diversos temas estratégicos, com especial enfoque para o sector das infra-estruturas rodoviárias.

De acordo com o CEO do grupo, o Chefe de Estado realçou a importância de resultados concretos, compromisso que o grupo assegurou estar preparado para cumprir.

“Prometemos ao Chefe de Estado que, dentro de três meses, Angola já verá a nossa presença efectiva no terreno”, concluiu.
O Schiba Holding Group tem forte actuação na África Ocidental e nas áreas de desenvolvimento de infra-estruturas, engenharia civil, energia, distribuição e seguros.

Fonte: CIPRA

reinounido.mirex.gov.ao Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República de Angola Acreditado no Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte

José Gonçalves Martins Patrício



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