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MAT trabalha no Reino Unido na elaboração dos instrumentos de ordenamento do território.

Governo 23-04-2026
Executivo aprova medidas de apoio a empresas e famílias afectadas

**O Executivo aprovou um conjunto de medidas imediatas de apoio e alívio económico destinadas às famílias, aos agentes e unidades económicas afectadas por calamidades naturais ao longo deste ano.
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A iniciativa, apreciada ontem pela Comissão Económica do Conselho de Ministros, e a ser publicada hoje ou amanhã em Decreto Presidencial, estabelece mecanismos excepcionais de recuperação das actividades dos referidos agentes e unidades económicas, de modo a permitir a retoma das operações e a manutenção dos respectivos postos de trabalho.

O diploma, apreciado durante a 1.ª Sessão Extraordinária da Comissão Económica do Conselho de Ministros, sob orientação do Titular do Poder Executivo, João Lourenço, visa à implementação de medidas imediatas de natureza financeira e fiscal, com o objectivo de mitigar os impactos económicos e sociais causados pelas inundações, assegurar a recuperação progressiva das actividades económicas e repor as condições mínimas de subsistência dos agentes afectados.

Das medidas previstas, destaca-se a aprovação de uma linha de crédito avaliada em 30 mil milhões de kwanzas, que deverá ser operacionalizada pelo Banco de Poupança e Crédito (BPC), em condições bonificadas, destinada à recuperação dos activos produtivos, ao apoio à liquidez das empresas e à mitigação do risco de insolvência.

No comunicado de imprensa divulgado no final da reunião, o Executivo reafirma o compromisso na contínua mobilização de meios humanos, técnicos, financeiros e logísticos para mitigar os efeitos das calamidades naturais, assistir os desalojados e acelerar a reposição das condições de vida nas áreas afectadas.

Em declarações à imprensa, o ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, esclareceu que a linha de financiamento vai permitir aos operadores económicos recorrer para a reposição de stock, mas, também, para aquisição de equipamentos de toda a natureza.

“Esta linha terá sobre ela uma taxa de juro anual de 7,5 por cento, e teremos, também, um período de carência de capital e juros de até 12 meses, sustentou o ministro de Estado para a Coordenação Económica.

Garantiu que quem recorrer à linha de crédito, em condições para fazer uso desses recursos, terá os 12 primeiros meses sem a necessidade de fazer pagamentos de capital e juros. Decorrido esse período, terá mais 36 meses para então pagar o serviço da dívida, elucidou José de Lima Massano, referindo-se à vertente de equipamentos.

Quanto às matérias-primas, disse que o período previsto é mais curto, no qual estão a ser considerados um período de carência de 45 dias e de 90 dias adicionais para o reembolso.

“Também trouxemos algumas medidas, e eu destaco aqui o facto de estarmos a postergar por 90 dias o pagamento de responsabilidades, tanto ao fisco e a um período de 120 dias para aqueles casos em que temos já processos de negociação de pagamento de dívida ao fisco a correr”.

Na sequência, José de Lima Massano esclareceu que as medidas afins não são restritas aos operadores da província de Benguela.

A título de exemplo, apontou outras situações de calamidade, de impactos e efeitos naturais noutras regiões, como no Centro e Sul do país, bem como as empresas que têm estado a sofrer desses efeitos e que poderão, também, fazer recurso “ao conjunto de medidas que estamos a disponibilizar”.

Reconhecida onda de solidariedade
Em reacção à onda de solidariedade às vítimas das chuvas e transbordo do rio Cavaco, que se continua a verificar em todo o país e além-fronteiras, José de Lima Massano agradeceu “todo o empenho e solidariedade neste sentido”.

O ministro de Estado reiterou, em nome do Executivo, que o apoio vai continuar a ser prestado às famílias e às empresas, reconhecendo que a província de Benguela tem necessidades imediatas.

Isenção da segurança social nos próximos três meses
No domínio da Segurança Social, foi também anunciada a isenção da contribuição pelas empresas afectadas nos três próximos processamentos salariais.

Os oito por cento hoje demandados pelo empregador, frisou o ministro de Estado, serão assumidos pela Segurança Social nos próximos três processamentos salariais, de modo a preservar os postos de trabalho.

Preservar os postos de trabalho, sem condicionar os benefícios futuros desses trabalhadores, é o grande sentido desta medida, sublinhou o responsável.

“Estas medidas, no geral, serão publicadas eventualmente hoje ou amanhã em Decreto Presidencial. Este conjunto de medidas que estamos a colocar à disposição das nossas empresas, não apenas as afectadas pelas calamidades ocorridas recentemente na província de Benguela, são facilidades que se estendem a todas as outras empresas que tenham sofrido, neste ano de 2026, danos semelhantes”, ressaltou.

Articulação com o BNA
Para o efeito, o ministro de Estado para a Coordenação Económica salientou o trabalho articulado com o Banco Nacional de Angola (BNA), principalmente no apoio às empresas e às famílias.

Fonte: Jormal de Angola
Governo 22-04-2026
30 MIL MILHÕES DE KWANZAS PARA ACUDIR FAMÍLIAS E EMPRESAS AFECTADAS POR CALAMIDADES NATURAIS NO PAÍS

COMISSÃO ECONÓMICA DO CONSELHO DE MINISTROS DEFINIU MEDIDAS PARA PROTEGER ECONOMIA

O Presidente da República, João Lourenço, orientou na manhã desta quarta-feira os trabalhos da primeira reunião extraordinária da Comissão Económica do Conselho de Ministros, convocada para avaliar os impactos do conflito no Médio Oriente sobre a economia angolana e medidas de mitigação e também as medidas imediatas a adoptar em apoio e alívio às famílias, agentes e unidades económicas afectadas este ano por calamidades naturais em diferentes pontos do país.

Relativamente à resposta na sequência dos estragos causados fundamentalmente pelas chuvas, o Executivo angolano aprovou uma verba de 30 mil milhões de Kwanzas para as empresas afectadas.
Com o estabelecimento dessa linha de crédito, pretende-se que se criem mecanismos excepcionais de recuperação das actividades económicas dos agentes e unidades económicas, para que retomem as suas operações e sejam capazes de manter os postos de trabalho.

▪️IMPACTO DO CONFLITO NO MÉDIO ORIENTE

A Comissão Económica do Conselho de Ministros analisou um memorando que descreve as implicações da subida do preço do petróleo no mercado internacional, que repercutem sobre as finanças públicas, investimentos, transportes, turismo, acesso aos fertilizantes, preço dos alimentos e muitos outros sectores.

A reunião deixou claro que se, por um lado, o país arrecada dinheiro extra com o crude mais valorizado no mercado mundial, por outro despende mais recursos financeiros para importar os produtos petrolíferos refinados de que necessita no quotidiano.

O Executivo orientou a criação urgente de reservas de bens estratégicos como combustíveis, alimentos, medicamentos, produtos químicos para tratamento da água, entre outros, como medidas de cautela face à instabilidade no Médio Oriente.

Fonte: CIPRA

reinounido.mirex.gov.ao Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República de Angola Acreditado no Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte

José Gonçalves Martins Patrício



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