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MAT trabalha no Reino Unido na elaboração dos instrumentos de ordenamento do território.

Governo 07-04-2026
António de Sousa Simbo eleito 3.º vice-presidente da DPAAL

António de Sousa Simbo foi eleito terceiro vice-presidente da Associação dos Diplomatas Conselheiros de Imprensa de Londres para um mandato de dois anos, soube, esta terça-feira, o Jornal de Angola Online.

Segundo uma nota, consultada pelo JA Online, o acto teve lugar no dia 20 de Março deste ano, que culminou com a eleição do actual Conselheiro de Imprensa e Cultura de Angola no Reino Unido, Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.

A DPAAL é uma plataforma de “networking” e de diplomacia pública que junta todos os diplomatas, conselheiros de imprensa e de cultura acreditados no Reino Unido. A agremiação realiza, também, actividades com o Governo, órgãos de imprensa britânicos, universidades e “think tanks”.

Actualmente a servir como conselheiro de Imprensa e Cultura da Embaixada de Angola no Reino Unido, Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, António de Sousa, quadro da Rádio Nacional de Angola, exerceu jornalismo durante mais de 30 anos. É licenciado em Relações Internacionais, formado em Letras Modernas (Linguística em Língua Inglesa) e tem ainda uma pós-graduação em Gestão de Negócios.

Antes de exercer funções na Missão Diplomática de Angola no Reino Unido, o jornalista foi Director Nacional de Informação no Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS).

António de Sousa Simbo é autor do livro "Diplomacia Digital: Uma solução para promoção da imagem de Angola", cuja faz parte do acervo da biblioteca da prestigiada Universidade de Stanford, da Califórnia, Estados Unidos, na secção de estudos africanos.

Fonte: Jornal de Angola
Governo 07-04-2026
DECRETO PRESIDENCIAL PR cria comissão para preparar Cimeira da Indústria Financeira em África

O Chefe de Estado, João Lourenço, criou uma comissão para preparar a Cimeira da Indústria Financeira em África (AFIS 2026), um dos principais fóruns dedicado ao financiamento para o desenvolvimento e à definição de prioridades estratégicas para o investimento do continente, a decorrer de 22 a 23 de Novembro deste ano, em Luanda.

Criada através do Despacho Presidencial n.º 108/26 de 2 de Abril, a comissão é coordenada pela ministra das Finanças e integra os titulares das pastas do Planeamento, do Interior, das Relações Exteriores, dos Transportes, das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, do Turismo e da Saúde.

Fazem igualmente parte desta comissão, o governador provincial de Luanda, o governador do Banco Nacional de Angola (BNA) e o presidente do Conselho de Administração da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX).

De acordo com o diploma, o grupo de trabalho deverá dar início ao processo preparatório, elaborar o plano de responsabilidades do Estado angolano, definir o cronograma de actividades e garantir as condições logísticas, de segurança, sanitárias e protocolares para o evento.
Entre as atribuições da comissão, constam ainda a identificação de soluções de acolhimento para os participantes, o tratamento de questões migratórias dos delegados estrangeiros e a elaboração da proposta de orçamento no prazo de 30 dias.

O objectivo da cimeira é identificar novas fontes de financiamento e reforçar a cooperação entre instituições africanas e internacionais, com vista a contribuir para o desenvolvimento económico sustentável do continente africano.

A realização da cimeira enquadra-se nos compromissos assumidos por Angola em parceria com a International Finance Corporation (IFC) e o Jeune Afrique Media Group, sendo o evento uma plataforma de alto nível que reunirá líderes e operadores dos sectores bancário, segurador, mercado de capitais e inovação tecnológica.

Fonte: Governo de Angola
Governo 04-04-2026
EMBAIXADA DA REPÚBLICA DE ANGOLA NO REINO UNIDO DA GRÃ-BRETANHA, IRLANDA DO NORTE E IRLANDA

NOTA DE IMPRENSA

Dia da Paz e da Reconciliação Nacional celebrado em Londres entre diplomatas e comunidade angolana

Londres, 4/Abril/2026 - Diplomatas e membros da Comunidade Angolana juntaram-se hoje na Embaixada de Angola em Londres para celebrar com júbilo o Dia da Paz e da Reconciliação Nacional.

O acto foi marcado por uma exposição fotográfica— que retrata o longo caminho trilhado por Angola em busca da paz, reconciliação e reconstrução nacional—, e por uma palestra subordinada ao tema “Contribuição do capital humano angolano na diáspora para o desenvolvimento do país”.
Na sua intervenção, em representação do Embaixador de Angola no Reino Unido e Irlanda, José Patrício, o conselheiro Klieston António assinalou que “A paz ensinou-nos uma lição fundamental: a guerra nunca é solução. O progresso de uma Nação constrói-se através do diálogo, da inclusão, da democracia e do multipartidarismo”.

Por isso, acrescentou o diplomata, “o 4 de Abril não é apenas uma data histórica — é um compromisso permanente. Um compromisso de rejeitar o discurso de ódio e de guerra, e de promover a convivência pacífica, a tolerância e o respeito mútuo”.

Ao preferir a palestra sobre “Contribuição do Capital Humano Angolano na Diáspora para o Desenvolvimento do País”, o docente universitário angolano no Reino Unido e na Índia, Professor Doutor Domingos Vita explicou que o capital humano na diáspora não é só composto por estudantes, mas por profissionais e empresários, com conhecimentos, competências e rede de contactos internacionais.

Para o palestrante, trata-se de um dos principais motores do desenvolvimento económico e social do país.

Apelou à diáspora no sentido de assumir a responsabilidade de transferir conhecimentos adquiridos no exterior para o desenvolvimento de Angola, promoção da imagem de Angola no exterior, empreendedorismo, diversificação da economia, atracção de investimento estrangeiro e turistas.

Domingos Vita revelou que a diáspora angolana é composta por mais de 12 milhões de pessoas, entre nascidos em Angola, que emigraram e descendentes.
Segundo o investigador, Portugal e RDC são os países que acolhem a diáspora angolana, com cerca de 179 mil pessoas, a seguir África do Sul com mais de 69 mil, sendo o Reino Unido, com cerca de 30 mil, o segundo maior espaço que acolhe angolanos a nível da Europa.

A palestra foi um estudo qualitativo, retrospectivo, analítico e descritivo realizado pelo prelector, o Professor Doutor Domingos Vita, com o fito de despertar, motivar e o capital humano angolano na diáspora para o desenvolvimento do país.

SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL E IMPRENSA DA EMBAIXADA DE ANGOLA NO REINO UNIDO DA GRÃ-BRETANHA, IRLANDA DO NORTE E IRLANDA em Londres, 4 de Abril de 2026.

Fonte: Sector de Imprensa
Governo 01-04-2026
EMBAIXADOR JOSÉ PATRÍCIO MODERA DEBATE SOBRE ADMISSÃO DE ANGOLA NA ONU

NOTA INFORMATIVA
O Embaixador de Angola no Reino Unido e Irlanda, José Patrício, interveio como moderador no debate sobre a admissão de Angola nas Nações Unidas, na conferência sobre os 50 anos do país nas Organizações Internacionais, aberta hoje em Luanda.

Com a participação da Embaixadora Isabel Godinho e do director do Centro de Estudos Estratégicos da Escola Superior de Guerra, Almeida Henriques, José Patrício lançou o debate recordando que Angola foi admitida como 146º membro de pleno direito da Organização das Nações Unidas a 1 de Dezembro de 1976, através da Resolução 397/76, pouco mais de um ano após a Independência a 11 de Novembro de 1975, com 116 votos a favor e uma abstenção (dos EUA).

Nesta trajectória, o diplomata frisou que “se reconhece
o desafio significante do triunfo com assinalável apoio diplomático, embora tenha tido o veto inicial dos Estados Unidos da América.Entre as figuras marcantes desta caminhada, destaca-se o primeiro representante: José Eduardo dos Santos, então primeiro vice-primeiro-ministro, que discursou na Assembleia Geral após a admissão”.

O Embaixador José Patrício assinalou que como membro não-permanente do Conselho de Segurança, por duas vezes (2003-2004 e 2015-2016), Angola presidiu este órgão da ONU em Março de 2016. Desde então, a República de Angola tem sido um parceiro activo da organização, focando-se na cooperação multilateral, erradicação da pobreza e no desenvolvimento.

Acrescentou que actualmente o Presidente João Lourenço tem reiterado a defesa de maior representação africana no Conselho de Segurança da ONU, argumentando que a maioria dos temas debatidos envolve o continente berço da Humanidade. O discurso orientador da mais alta magistratura do país serve de bússola numa altura em que a “diplomacia da força está a substituir a força da diplomacia”.

A conferência sobre os 50 anos de Angola nas Organizações Internacionais, uma iniciativa do Ministério das Relações Exteriores, aberta hoje e que se estenderá até esta quinta-feira, congrega diplomatas angolanos, membros do Executivo, deputados à Assembleia Nacional, membros do corpo diplomático acreditado em Angola e académicos.

Fonte: Sector de Imprensa

reinounido.mirex.gov.ao Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República de Angola Acreditado no Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte

José Gonçalves Martins Patrício



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